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FERNANDO RAMOS

Minha Poesia

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14
Set18

868 - FOLHAS SEM DONO

Fernando Ramos

 

868.jpg

 

FOLHAS SEM DONO

 

Sei, que caí as folhas sem dono

Vorazmente, p´lo vento arremessadas

De dia à tarde ou nas madrugadas

Nos límpidos meses de Outono

 

Sei que voam no vai vem do vento

Pelos campos, pisadas p´la garotada

Passando pelo mau tempo da geada

Que no olhar dum velho vai doendo

 

E do nada constroem os sonhos

Dos pintores inspirados pelas folhas

Fazendo aguarelas nada tristonhas

Deixando tantos e tantos olhos risonhos

 

E as folhas caídas são metades iguais

Para as vidas que por elas passam

Que sem lhes tocar não ameaçam

As suas longas viagens naturais

 

De: Fernando Ramos

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