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FERNANDO RAMOS

Minha Poesia

FERNANDO RAMOS

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04
Set18

865 - CONFINS DA MADRUGADA

Fernando Ramos

865 1 (2).jpg

 

CONFINS DA MADRUGADA

 

É nos confins da madrugada

Que medito na minha vida

E vejo que vai amargurada

Por triste causa perdida

 

Em noites ao relento

A boémia vai-me matando

Por pecados que não leva o vento

Que de mansinho me vão levando

 

Oh madrugada que vais parindo a má sorte

Tu, vais me levar ao mau final

Diz madrugada se queres minha morte

Ou que adormeça como outro igual

 

Por favor madrugada

Faz-me feliz, dá-me boas auroras  

Deixa-me viver a vida ofertada

Todas as noites e todas as horas 

 

Minha fiel noite amiga

Aconchega-me de amor p´la madrugada

Se não, meu destino é causa perdida

E minha vida, infeliz e desgraçada

 

De: Fernando Ramos 

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