Minha Poesia

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Dez 17

 

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  • ROSTO BRANCO COMO NEVE
  •  
  • Aprecio teu rosto num pergaminho
    E como bonito fica o desenhar
    Ao olha-lo, vou por um caminho
    Que um dia nos levará ao altar
  •  
  • Esse rosto, é fino como as açucenas
    Que na primavera vão desabrochar 
    E tão leve como as penas
    Dum colibri a despontar
  •  
  • Teu rosto branco como neve
    De tanta singeleza sem igual
    Em meu coração ele escreve 
    A sua beleza pura e natural
  •  
  • Ao querer beijá-lo ouço violinos
    Numa orquestra bem afinada
    Em acordes místicos e divinos
    Gravando-os na alma enamorada
  •  
  • Sua enorme beleza celeste
    Que acalenta o meu amar
    Traz boa auréola, que veste
    O dia, que iremos casar
  •  
  • Faz-me seu fiel escravo
    E meus lábios nele pensam
    No seu sabor de bom travo
    Que p’ra mim é uma benção
  •  
  • Der: Fernando Ramos
publicado por Fernando Ramos às 14:05

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