Minha Poesia

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Jan 21

   

  • 192 - OS DEUSES NÃO ESTÃO LOUCOS

  • Vão saber a novidade
  • Das terras dos Deuses do amor
  • Encontram-se dois artistas de saudade
  • Um é fadista, o outro, um poeta senhor
  •  
  • Amália, a nossa fadista
  • E Camões o grande escritor
  • Imaginem o encontro da artista
  • Com o poeta do amor
  •  
  • De Camões, poesia Amália cantava
  • E a nós nos deslumbrava
  • Ele, era Violante que amava
  • E o povo, por seus poemas chorava
  •  
  • Fez-se no céu uma festa celestial
  • Caldo verde, e jaquinzinhos se comera
  • Bebeu-se vinho tinto espiritual
  • Numa tasca onde S. Pedro os recebera
  •  
  • Falaram de Portugal
  • Das tabuinhas, e das Caravelas
  • Foram lembranças sem igual
  • Talhando poemas à luz das velas
  •  
  • Bonita aquela festa
  • Que de cultura se tratou
  • Amália cantou Camões
  • E ele, por ela se apaixonou
  •  
  • Coitada da formosa Violante
  • Trocada por Amália a fadista
  • Camões disse-lhe num instante
  • Que era só, paixão de artista
  •  
  • Lindos poemas Amália cantou
  • Lá na tasca do céu de Deus
  • S. Pedro também vibrou
  • Da poesia que Camões escreveu
  •  
  • Os Deuses não estão loucos
  • Diz o povo na sua mestria
  • Camões e Amália não são poucos
  • Para nos oferecerem sua sabedoria
  •  
  • E os dois juntinhos lá estão
  • Muito bem acompanhados
  • Brindando versos perfeitos ao serão
  • Cantando-se belos fados
  •  
  • Ó Deuses do infinito ausente
  • Guardai ditoso tesouro
  • O povo os vai amar sempre
  • Nos seus corações de ouro
  •  
  • De: fernando ramos - 192
publicado por Fernando Ramos às 12:48

Janeiro 2021
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