Minha Poesia

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Jan 18

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REGAÇO DE AMOR

 

Bates à porta de meu peito.
E de coração aberto
Te recebo com ansiedade
Donde vens meu amor?
Ouves o grito das emoções
Da minha paixão sofrida
E da saudade que se perde 
No silencio do vazio das noites
Da minha solidão calada
Onde imagino o suave rumor 
De teus passos
E sinto o subtil sabor quente
De teus beijos

 

Ah! como foi bom tu chegares
E defronte dum espelho
Ver teu rosto junto do meu
Num aperto, onde nossos olhos 
Se banham em desejos harmoniosos
Numa apoteose de felicidade

 

Como é bom beijar teus lábios 

Numa sensualidade mundana

Sempre que meu coração apeteça
Unindo-se a um total prazer
Que enlaça nossos corpos
Na louca ânsia transbordada
Em doce e bela melodia, 
Num clarão ardente de amor

E nossas bocas choram 
A sede louca
Que devoram beijos em chamas
Levando-nos a gemidos 
Nos anseios de nossos corpos 
Que de amor, vêem e vão 
Em paixão infinita

És um sol, chegado do céu 
À porta de meu coração
E agora na tua pele perfumada
Guardo tudo de mim,
E adormeço no teu meloso 
Regaço de amor

 

De: Fernando Ramos

publicado por Fernando Ramos às 19:51

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  • PEDAÇOS DE MAGIA
  •  
  • O Natal chega e com ele a grande ilusão
    Que ao fim de tantos anos ainda persiste
    Num Pai natal, de saco vermelho de algodão
    Cheio de esperança p’ra este mundo triste
  •  
  • Alguns acreditam que este velho existe
    Especialmente em lares, de lauto festim
    O homem da rua, ao natal já não assiste
    Ele não aquece sua alma de cetim
  •  
  • O pobre não quer organdins, ouro ou pratas
    Mas apenas aguarda por uma boa luz
    P´ra que todos vivam de alegrias fartas
    De riquezas, que a ele já não seduz
  •  
  • O ancião sente a desilusão embriagada
    Estampada no rosto daquele coitado
    Busca na sacola sonhos que afaga
    O coração do pobre, no chão deitado
  •  
  • Natal assim não é natal de amor
    E o homem de vermelho isso bem sabe
    Ao infeliz se junta na sua dor
    Tirando do saco alguma felicidade
  •  
  • O pobre sorri, por tanta bondade
    E o velho das barbas transborda de alegria
    Diz que do mundo irá embora a vaidade
    Tornando as noites, bons pedaços de magia
  •  
  • De: Fernando Ramos
publicado por Fernando Ramos às 18:45

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