Minha Poesia

01
Abr 17

 

DIZEM QUE A POESIA MORREU

A poesia morreu!

Será?
Dizem que foi assassinada
Será?
Coitada da poesia, foi-se!
Será?
O povo lá dos campos silvestres
Das aldeias, e das cidades... Duvidava


A poesia não morre
A poesia é sempre a vida
De que morreu?
Perguntou incrédulo
Um trovador desconhecido

É que, era tão difícil de acreditar
Que a poesia se tivesse finado
A poesia, que é o nosso 
Tamborim de paixão,
O mel do nosso paraíso,
A canoa dos namorados 
Navegando no rio Tejo,
O banjo do jazz,
O adorno dos nossos sonhos
Não pode ser, 
A poesia não nos pode abandonar

Assim, é demasiado

Covarde para ser verdade!

Claro amigos!

Não passou de um reles 
E torpe boato
A poesia nunca morre, 
Ela é a fonte da vida,
É a natureza do amor,
Ela é paixão, é fornalha
Ela é a felicidade da multidão
Ela é o deleite do infinito viver
É o sorriso da criança,
É a nossa esperança 
Que afasta a solidão
É o perfume da primavera
É o brilhozinho do Poeta
A poesia nunca morre!

 De: Fernando Ramos

 

publicado por Fernando Ramos às 18:33

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