Minha Poesia

14
Fev 17

 

 

CRAVO VERMELHO

 

Hoje ofereci um cravo vermelho
ao mendigo da minha Avenida
perguntou, e pediu um conselho
Se o cravo mudaria sua vida

 

Olhei para ele, e emudeci
Resposta esperava com ansiedade
Disse-lhe que nem não, nem sim
Mas falei-lhe de Liberdade

 

Ele deu uma gargalhada
E aí, eu não percebi
É que a dele, tinha sido roubada
Porque nunca a viu por ali

 

E ainda me disse mais
Liberdade é não mendigar
É amor, solidariedade, e outros tais
Que a ele não deixavam chegar

 

Mas ficou com o cravo vermelho
Com a esperança da vida mudar
E se hoje alguém se vir ao espelho
Aquele rosto pousadamente irá encontrar

 

de: fernando ramos

 

publicado por Fernando Ramos às 14:25

  

 

NOBRE E LEAL BOCAGE

 

Regressou da Índia exuberante
O poeta do amor e de fino traje
Escreveu lá triste vida errante
Que o fez, Nobre e Leal Bocage

 

Sua Setúbal nunca o esqueceu
E seus amores também não
Destes, muito ele escreveu
Perfeita poesia de sua razão

 

Grande mestre de muito saber
E de amores transcendentes
Alguns, veio a perder
Por atitudes inconsequentes

 

Setúbal e Nicola, perdeu seu poeta
Que amava a ilustre Nação
Recebia do cupido, a seta certa
Presenteando seu coração

 

E Bocage, ficou na história
Como um poeta maior, de Portugal
Declamava seus poemas em gloria
Não existindo mais, poeta genial

 

De: fernando ramos

 

publicado por Fernando Ramos às 10:20

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