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FERNANDO RAMOS

Minha Poesia

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158 - DOCES VERDADES

Fernando Ramos, 29.11.20

 

 

  • DOCES VERDADES
  •  
  • Doces verdades ditas
  • nos teus lábios,
  • são como estrelas 
  • cintilando no horizonte
  • As estrelas não mentem,
  • e teus lábios, o meu amor
  • não engana
  • Lembro tua boca, que me
  • enlouquece, quando
  • meus lábios nela se perdem
  • de beijos infinitos
  • Teu sorriso é uma luz
  • que me guia para teus braços,
  • e neles nossos corpos, 
  • se perdem no tempo
  • E teu ventre é como conchas
  • dos corais de várias cores,
  • que espera ansiosamente
  • pelo meu ser, que
  • a ti se entrega numa 
  • nervura intensa
  • E escreve teu nome
  • nas marés azuis, num 
  • oceano de desejos,
  • onde meu amor se afoga,
  • é a pura calmaria constante
  • que aquece minha alma
  • Serei a tua margem
  • que toca o horizonte do nosso amor
  • E as doces verdades ditas 
  • nos teus lábios,
  • a meu coração não engana
  •  
  • de: fernando ramos
  •  
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